Meu primeiro namorado... Tinhamos uma semana de namoro quando eu lhe dei uma pista de que a vida não seria fácil ao meu lado. Apaixonada e sorridente, passeavamos de mãos dadas pela rua quando uma menina apareceu. Ela disse "oi", ele também e eu torci seus dedos.
Fatamorgana : Simpatia para aumentar o pênis de seu marido/namorado.
Se você está insatisfeita com o tamanho do prazer que seu amado vem lhe proporcionando, não se desespere. Tamanho não é documento, mas é entretenimento. Seus problemas estão resolvidos.
Tudo o que ela desejava era uma cama de casal com privacidade para ficar em paz com o seu amor. Eles tinham algumas opções: um consultório com um divã nada confortável, um estúdio musical abafado com paredes acústicas improvisadas com de caixas de ovos e um banquinho de bateria nada erótico, um Fiat 147 na garagem (os dois eram altos, o que impossibilitava o ato) e os motéis da cidade.
Todo fim de ano, quando se é mãe, você começa a rezar pedindo a Deus que as aulas dos filhos termine. Você já não agüenta disputar vagas a tapa, tentar enfiar seu carro onde só cabe uma bicicleta e ser atropelada por uma tropa de mochilas com rodinhas, sem rodinhas e com frisos metálicos.
- Fofinho, você me ama? - Claro que amo, Fifonha. - Ama quanto, Fofinho? - Amo muito, Fifonha. - Muito quanto, Fofinho?
Esse é um exemplo típico de casal-insulina. Daqueles que ficam se chamando por apelidos esdrúxulos em locais públicos enquanto falam coisinhas melosinhas unzinho no ouvidinho do outrinho. Como se não bastasse, bem alto e pra todo mundo escutar.
Às vezes acordo te amando e desisto de tudo ao meio-dia. Nada mais em mim é perene. Amo-me sempre, ou nunca. Desejo sempre o indesejável, concebo o inconcebível e sonho com o impossível.
Eu queria saber quem foi o desgraçado que inventou de treinar todas as pessoas a tratarem os clientes por "senhora". Eu queria enchê-lo de porrada, na verdade. Não me venha com essa história de que é "tratamento de respeito". Se tivesse respeito não chamaria de senhora.